Sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011

As próximas revisões e criticas às minhas leituras passarão a ser publicadas no irmão mais novo dos "Livros da Margarida",

de seu nome:"between flower & weeds", numa amálgama de outros temas. Mas basta procurar pela tag: books!

Boas leituras!


tags:

publicado por Margarida às 15:00
Quarta-feira, 20 de Outubro de 2010

Já li a primeira parte do livro "Comer, Orar, Amar" que, pelo que percebi, é dedicada ao "Comer".

Toda esta primeira parte se passa em Roma e acho que talvez seja do facto de lá ter estado a conhecer a cidade, recentemente, gostei muito desta parte do livro e das suas descrições maravilhosas de pizzas, massas, dos passeios e das personagens.

Deu-me vontade de ir a Roma outra vez...



publicado por Margarida às 16:20
Quarta-feira, 13 de Outubro de 2010

Parece que toda a gente já viu ou prepara-se para ir ver o filme.

Eu, como tenho a mania de ser diferente, vou ler o livro. Já sei que, depois, quando for ver o filme, vou ficar desiludida. Mas prefiro isso do que ver primeiro o filme e depois ler a história, sabendo de antemão (quase) todo o enredo.

Um casal de meus amigos ofereceram-mo nos anos. Já tinha estado com um exemplar na mão, na mesma altura em que comprei o de Paul Auster mas, como vi que já estava em cinema, achei que depois poderia sempre ver o filme. Afinal, o destino quis que eu lê-se este livro – vá se lá saber porquê?

E, dos três livros diferentes que recebi neste aniversário, escolhi este para ler primeiro precisamente por causa do buzz que se está a criar em volta do filme.

Comecei anteontem à noite e ainda não adiantei muito a leitura. Para já, parece-me daqueles livros de que gosto e que se lêem muito rapidamente, porque são escritos na primeira pessoa e dão-me sempre a sensação de que é uma amiga minha que me está a escrever uma carta ou um email a contar situações da vida dela.

Claro que, como já vi a apresentação do filme, já não sou capaz de dissociar a personagem principal da imagem da Júlia Roberts, portanto, basicamente, sinto que a Júlia Roberts é minha amiga e me está a contar coisas que lhe aconteceram… Ah! Ah!



publicado por Margarida às 14:19
Quinta-feira, 07 de Outubro de 2010

 De passagem pelo aeroporto de Frankfurt, porque me esperavam umas horas de seca e porque queria ter um ar cosmopolita intelectual, fui a uma daquelas lojas de revistas e livros, a Relay – e eram muitas as que havia no aeroporto; só eu passei por umas quatro e nem sequer conheci metade o aeroporto.

Comprei “Man in the Dark”, de Paul Auster, na edição em inglês. Já há algum tempo que não lia nenhum livro em inglês. Para além de estar com saudades, acho que faz bem, para treinar o idioma e, uma vez que estava a pensar nisso há já algum tempo, não hesitei.

Claro que não lhe tirei a etiqueta colada na contracapa, com o preço e o local onde foi comprado. Sei lá se terei oportunidade de voltar à Alemanha? Uma vez que o único sítio onde estive foi no aeroporto, fica o livro e a sua etiqueta, como souvenir.

O livro conta a história de um idoso que passa as noites em branco e, naquela noite de insónia, muitos são os pensamentos e recordações que o assaltam. Acaba por ser uma mescla de várias histórias, contada com a mestria de Paul Auster. Estou a gostar, mas não é um daqueles livros fantásticos, que ficam para sempre na nossa memória. Mas, ainda não o terminei: quem sabe não me surpreende, até ao final?



publicado por Margarida às 17:04
Terça-feira, 27 de Julho de 2010

A minha irmã é fã desta autora da literatura fantástica e foi através dela que me iniciei na leitura da trilogia das Pedras Negras. Já li os dois primeiros volumes: Filha do Sangue e Herdeira das Sombras. Pelo meio estou a ler a Teia de Sonhos, pois complementa várias partes da trilogia. Para o final ficará a Rainha das Trevas.

A trilogia aborda a vida de uma feiticeira extremente poderosa e introduz-nos num mundo fantástico, onde não faltam seres como aranhas que tecem teias de sonhos, unicórnios, centauros, etc.. e existe até um Senhor Supremo do Inferno que é, até, uma personagem simpática.

No início, a história parece ser muito confusa, até porque a autora não explica aquele mundo fabuloso com muita clareza e só com alguma persistência conseguimos avançar na história e, a pouco e pouco, compreender os meandros daquela sociedade.

Estou a gostar bastante. É uma história que prende a atenção e que dá vontade de continuar a ler, algo que não me acontecia há algum tempo.

Por outro lado, estou a tentar refrear o desejo de devorar os livros, com pena de que a história acabe depressa!



publicado por Margarida às 15:28
Quinta-feira, 20 de Maio de 2010

Não é um título maravilhoso?

É uma obra de William Faulkner, vencedor do Prémio Nobel da Literatura em 1949.

O autor premiado e o título do livro fizeram-me adquirir uma edição da Visão, por um preço para lá de barato, numa dessas feirinhas de livros que se realizam nas estações de Metro, em Lisboa, de quando em vez.

 

Não posso dizer que tenha sido um livro que adorei, porque não me senti muito identificada com a história. Na verdade, pelo título, esperava outra coisa. Mas isso é uma questão de gosto pessoal.

Todavia, considero que tem interesse e está contada de uma forma brilhante, começando pela história de uma rapariga grávida e solteira que parte pela América fora, à procura do namorado, que prometeu ir em busca de um bom emprego, para terem, ambos uma vida melhor. Caminhando e de boleia em boleia, na esperança de o encontrar e poderem, então, construir uma vida a dois, a moça chega a uma cidadezinha onde encontra um homem que tem um nome parecido com o do namorado dela. Afinal, todas as indicações que lhe deram foi no sentido dela encontrar este homem e não o namorado.

Por coincidência, o namorado também vive ali, mas com um nome falso. E aí começa uma nova fase da história sobre o amigo do namorado dela, que é um branco com sangue de negro e que se torna, afinal, a personagem principal do livro.

Uma das coisas que mais gostei foi a capacidade descritiva do autor, que nos faz imaginar de modo bastante real as verdadeiras sensações das personagens.

 

Na Wikipédia, descrevem o estilo de escrita de Faulkner assim:

"Utilizando a técnica do fluxo de consciência, consagrada por James Joyce, Virginia Woolf, Marcel Proust e Thomas Mann, Faulkner narrou a decadência do sul dos Estados Unidos da América, interiorizando-a em seus personagens (...). Por muitas vezes descrever múltiplos pontos de vista (não raro, simultaneamente) e impor bruscas mudanças de tempo narrativo, a obra faulkneriana é tida como hermética e desafiadora."

E eu concordo!



publicado por Margarida às 10:56
Quarta-feira, 03 de Março de 2010

Comecei a ler "A Cabana" de W.P. Young, uma oferta de Natal que estava em lista de espera desde então.

Foi com alguma expectativa que comecei, pois já tinha ouvido falar bem desta obra, inclusivé, uma senhora numa livraria até meteu conversa comigo, ao aconselhar-me este livro...

Mas, eu devia ter desconfiado, quando li a sinopse: encontros com Deus... Hum, podia ser muito interessante ou não.

E a verdade é que vou, mais ou menos, a meio e não tenho vontade nenhuma de continuar a leitura. E não é comum acontecer-me este tipo de sentimento. Já cheguei ao cúmulo de passar algumas páginas adiante, sem as ler, na esperança de uma mudança de tema.

A verdade é que as conversas que a personagem principal tem com as figuras que encontrou na cabana, que se dizem ser Deus ou a Santíssima Trindade, são demasiado monótonas e confusas, sempre a abordar o amor ao próximo e o ama-te a ti próprio e blá, blá, blá...

Definitivamente, não é o meu género!



publicado por Margarida às 12:40
Um espaço para comentar livros e leituras.
mais sobre a Margarida
Janeiro 2011
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13
14
15

16
17
18
19
20
22

23
24
25
26
27
28
29

30
31


links
pesquisar neste blog
 
subscrever feeds
blogs SAPO